Lista de Sinterklaas para crianças de 1 a 3 anos
Que brinquedos pôr na lista de Sinterklaas de uma criança de 1 a 3 anos, o que verificar antes de comprar e como compartilhar a lista com a família.
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O Sinterklaas chega de barco em meados de novembro e, a partir daí, uma criança de dois anos põe o sapato junto da chaminé sempre que pode. Para quem vive na Bélgica ou nos Países Baixos, ou tem família de lá, os avós e os tios vão perguntar o que podem trazer. Uma lista feita com calma evita uma pilha de brinquedos que só juntam pó em janeiro.
O que prende uma criança de dois anos
Entre o primeiro e o terceiro aniversário, o que funciona são os brinquedos de causa e efeito, os que imitam a vida dos adultos e os que se podem empurrar pela casa inteira. Argolas para empilhar, um classificador de formas, quebra-cabeças de encaixe com pinos grandes (os da Djeco e da Goula ficam entre 10 e 15 euros) e uma caixa de Duplo que ainda serve aos cinco anos. Para gastar energia dentro de casa, um carrinho em que a criança se senta e anda, tipo Bobby Car ou um carrinho de mão de madeira cheio de blocos, e uma bola de espuma que não estraga nada.
A cozinha de brincar é o presente grande óbvio nesta idade e compensa. Uma criança de dois anos dedica mais tempo a "cozinhar" do que a qualquer brinquedo com pilhas. Os que cantam e piscam prendem a atenção uma semana. Depois ficam no canto.
Os artigos práticos também entram. Um pijama da Peppa ou do Bluey, um conjunto de copos e pratos de plástico só da criança ou brinquedos de banho são usados todos os dias, e por isso não parecem presentes de segunda.
Verifique antes de pôr na lista
Leia a idade indicada na embalagem. O símbolo do rosto de bebê riscado com "0-3" quer dizer que o brinquedo tem peças pequenas e não serve para menores de 36 meses, por mais que o primo de quatro anos adore. Se funciona com pilhas, o compartimento tem de fechar com parafuso; as pilhas de botão são o caso mais grave se forem engolidas. Cordões compridos em brinquedos de puxar ficam fora da lista, e os livros de cartão devem aguentar ser folheados com as duas mãos e mordidos.
Vale a pena ler as opiniões de outros pais na loja online antes de fechar a lista. Uma queixa repetida sobre uma peça que se solta diz mais do que a marcação CE.
Compartilhe a lista com a família
Compartilhe a lista com os avós, os tios e os amigos que costumam trazer alguma coisa para o Sinterklaas, e faça isso na semana em que o barco chega, não em 3 de dezembro. Misture preços: um livro de 8 euros, um quebra-cabeça de 12, a cozinha de 80 para os avós ou para dois tios juntos. Assim ninguém fica de fora por causa do orçamento e ninguém compra a mesma coisa.
Se na família os adultos também trocam presentes nessa noite, o mais simples é sortear nomes online: cada adulto tira um nome e compra só para essa pessoa, e a lista das crianças fica à parte. Escreva na lista a cor preferida e o personagem do momento. "Qualquer coisa de dinossauros" dá a quem oferece um ponto de partida; "brinquedos" não dá nada.
As melhores ideias vêm de um dia normal
As boas ideias surgem de observar o que a criança já faz numa terça-feira qualquer. Se o passatempo da tarde é abrir e fechar armários, a cozinha de brincar faz sentido. Se a criança anda atrás da vassoura, um conjunto de limpeza em miniatura de 20 euros vai ser mais usado do que qualquer tablet de brincar. Uma caixa de papelão grande continua a valer mais do que metade dos brinquedos da loja, por isso a lista não precisa de ser comprida nem cara. Escolha coisas que ainda façam sentido em maio.
Deixe espaço para presentes que não se embrulham. Um passe anual do zoológico mais perto, um trimestre de natação para bebês ou aulas de música para pais e filhos duram o inverno inteiro, e os avós gostam de pagar coisas assim.
Com as ideias reunidas, crie uma lista de desejos com o link de cada produto e compartilhe-a com quem costuma dar alguma coisa à criança. Quem reservar um presente impede que outra pessoa o compre, e o problema das três cozinhas iguais fica resolvido antes de começar.



